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24 Nov 2011
Playstation Staff

Análise - Modern Warfare 3

[ Editado ]
5 Respostas 614 Apresentações editado 24-11-2011

Esta análise deveria ter sido inicialmente publicada no site do CelsiusPT, o Illusivegamer.com, o qual foi alvo de um ataque de hackers e que levou a que esse site tivesse sido encerrado.

 

Perdemos todos nós com esta acção cobarde por parte de quem não tem qualquer respeito pelos outros, e que através desta forma tenta talvez atingir algum tipo de impacto na sociedade, porque tem uma vida tão triste e tão patética que não consegue sentir que existe de outra forma.

 

Esta análise vai assim dedicada ao Celsius e ao rápido regresso do Illusive Gamer :smileyhappy:

 

Análise: Call of Duty: Modern Warfare 3 

 

Mais do MW3smo?  

 

Quando em Março de 2010 Vince Zampella e Jason West saíram dos estúdios da InfinityWard e atrás levaram vários dos seus colegas, o mundo dos videojogos tremeu. Os máximos responsáveis pelo sub-franchise “Modern Warfare” dentro do Call of Duty a sair da Activision? O que iria acontecer ao franchise? Seria este o fim do ModernWarfare? Iria o franchise perder qualidade? Iria sofrer alterações? Passaria o franchise a ser assegurado pela Treyarch? Iria conseguir manter fiel a sua base de fãs?  

 

Para quem viver fora deste nosso “mundinho”, pode parecer ridículo que se faça tanto alarido de uma coisa que podia ter influência numa coisinha tão sem importância como seja um jogo de computador. Claro que se essas pessoas soubessem que a coisinha sem importância é um franchise que faz rodar biliões de dólares por ano, está na casa de vários milhões de pessoas, e está entre as propriedades intelectuais mais rentáveis de todo o mundo… bem, talvez não fizesse demasiada diferença. Afinal, é uma realidade que nada lhes diz. Se calhar se lhes fosse dito que o dinheiro gerado à volta desse franchise dava para comprar o Cristiano Ronaldo sessenta vezes, talvez já arregalassem um pouco os olhos. Mas adiante.  

 

O mundo dos videojogos tremeu, e tremeu com motivo. Uns com medo que o seu vício fosse estragado; outros contentes por antecipar uma queda na qualidade de um produto que viam como tendo méritos imerecidos. Mas o tempo seguiu o seu curso, e foi lançado o Black Ops com uns números que mostraram que o produto Call of Duty estava bem e se recomendava, pelo menos do ponto de vista dos números. 

 

Mas a diferença para títulos anteriores notava-se. Apesar (e tal vez devido a) esforços notórios da Treyarch em conseguir que o jogo fosse similar, em termos de gameplay, ao hiper bem sucedido Modern Warfare 2, as diferenças a nível técnico eram visíveis. Talvez por isso,nesta altura e embora já existisse, e começou a notar-se com mais força um verdadeiro movimento “anti-CoD”. Eram apontadas várias falhas, várias insuficiências, não só em termos de jogo, mas também em termos de filosofia de mercado e de relação com os utilizadores. O hate em volta do Call of Duty tornou-se quase páreo com o sucesso que tinha. Tornou-se quase um trend da internet falar mal do Call of Duty, e começou a fazer-se um verdadeiro requiem ao franchise, anunciando outros jogos como CoD killers e anunciando o fim “merecido” do mesmo. 

 

… e depois o MW3 saiu e fez 775 milhões de dólares em 5 dias. 

 

Segundo os números, o franchise está no topo, e melhor que nunca. Mas será que o jogo corresponde? 

 

“First things first”: o single player 

Ou 

Holy $#!%, o MW3 tem single player?? 

 

Pois é, este jogo tem uma campanha single player. Isto pode parecer estranho àqueles que já jogam o jogo desde o dia de lançamento, que se calhar por esta altura já nem se lembram daquela primeira vez que puseram o jogo e no menu principal definiram o multiplayer como opção standard cada vez que o iniciassem, ou daquela sugestão que o jogo faz quando se vai para o online sem antes jogar a campanha. “É fortemente aconselhado jogar a campanha antes de jogar o online.” “Sim, pois, whatever, press X to continue, quero é ir para o multiplayer.” 

 

Mas tem realmente uma campanha, e é uma como a Activision já nos habituou. Podem razoavelmente contar com um tempo de jogo que rondará as 6 a 8 horas, dependendo do grau de dificuldade escolhido. Claro que estas 6 a 8 horas de jogo podem espraiar-se por várias semanas, principalmente quando o principal atractivo do jogo é a componente online, e porque é muito difícil resistir quando, estando a jogar-se a campanha, começam a aparecer convites dos amigos para nos juntarmos à sua party. E, acreditem, vão ter muitos dos vossos amigos online a jogar este jogo. Mas isso é outra questão. 

 

Em termos de história, é uma que nos parece já ter visto em outros sítios. Infelizmente, não há espaço para demasiadas surpresas ou inovações nos FPS baseados nos conflitos bélicos ou políticos da actualidade, e podemos contar com o habitual rol de situações cliché típicas dos jogos deste género dos últimos anos. Ameaças globais, combate em várias partes do mundo, algumas “surpresas” mais ou menos espectáveis, etc. Especificamente, este jogo continua no ponto em que acabou o anterior Modern Warfare, perseguindo-se o principal antagonista Makarov através de várias missões como um coelho atrás de uma cenoura, que por vezes é puxada no momento em que estamos quase a alcançá-la, e noutras vezes é mais imaginária que real.  

 

A história é contada da mesma forma que o Modern Warfare tão bem nos habituou. Vestimos a pele de diversos personagens, em missões espalhadas por todo o mundo, cada uma delas acrescentando uma peça ao puzzle que se vai compondo quanto às reais intenções de Makarov, e que inevitavelmente aperta o cerco para uma confrontação final. E, claro, tal como nos outros jogos, a Activision faz questão de chocar – ou, pelo menos, tentar chocar - o jogador através de sequências mais ou menos polémicas, ou tentando fazer-lhe experienciar o horror e o sofrimento dos personagens através de sequências na primeira pessoa. Mas trata-se de uma missão quase impossível por parte da Activision, uma vez que qualquer jogador dos títulos anteriores já está sempre à espera que isto aconteça. Ao jogar com qualquer personagem, fosse ele principal ou secundário, já estava à espera de, a qualquer momento acontecer qualquer coisa – fosse o que fosse – e que pudesse resultar na morte desse protagonista ou de alguém próximo dele. O “shock value” dessas sequências perdeu-se a partir do momento em que a Activision as tornou banais (longo vai o tempo em que, no Modern Warfare1,(SPOILERS!!) lutei desesperadamente para sair dum helicóptero despenhado e pensei para mim “What the??” quando saí apenas para morrer para a radiação nuclear que havia no exterior), e para tentar compensar, tenta lançar-se mão de outras sequências que resultam em polémica, como a famigerada missão “No Russian” no Modern Warfare 2.  

 

Quanto ao gameplay, continua a seguir a mesma fórmula – o que não é necessariamente mau. Durante o jogo a componente FPS é apimentada com sequências de “rail shooting”, sequências em câmara lenta, sequências em que controlamos veículos, sequências onde temos que jogar rápido, outras em que temos de ser mais cautelosos ou mesmo outras em que estamos completamente imóveis. Os locais e ambientes também são variados, desde guetos na África ao centro de Paris, passando pelo Metro de Londres, submarinos na baía de Nova Iorque ou aviões com turbulência nos céus da Rússia, entre outros. A Activision imprime um ritmo frenético  não só na história que conta, mas também na forma como obriga a jogar. Os únicos momentos calmos acontecem no início das missões, quando os personagens se estão a preparar para algo, ou a infiltrar alguma base, mudando furiosamente o ritmo para uma luta pela vida quando temos de enfrentar dezenas de inimigos em simultâneo. E aqui está talvez a maior falha que pode ser apontada ao gameplay da campanha: é que as coisas tornam-se demasiado caóticas para poder ser devidamente apreciadas ou jogadas “com cabeça”. Preparem-se para muitas “cheap deaths” causadas por uma granada vinda do nada que não vos deu tempo de desviar, ou de um carro que explodiu ao vosso lado, ou do rebentamento de um barril que estava atrás de vocês que nem viram ao entrar na sala. Muitas vezes estamos a apanhar tiros e não se consegue perceber de onde, porque tudo treme com explosões, tiros, e a visão fica turva e treme cada vez que apanhamos os tiros. Levantar a cabeça para conseguir matar os inimigos um a um é uma tarefa ingrataquando, cada vez que tentamos fazê-lo, somos atingidos por tanta coisa que tornam apontar e disparar praticamente impossível. E, ao igual que nos jogos anteriores, há várias ocasiões em que os inimigos só param de surgir quando se conseguir atravessar uma linha imaginária, ou atingir um determinado objectivo que por vezes nem sabemos qual é porque estamos demasiado ocupados a tentar encontrar um sítio seguro para conseguir ouvir as ordens e as instruções que nos chegam dos companheiros através de tanta confusão.  

 

A própria inteligência artificial mostra por muitas vezes que não passa disso, artificial, e é habitual ver coisas como inimigos que não têm qualquer problema em estar completamente a descoberto, que ficam imóveis na cobertura apesar de estarmos ao lado deles, ou, o que pode ser pior, os vossos próprios companheiros a avançar cegamente sem matar os últimos resquícios de inimigos que, podem estar certos, vão começar a disparar-vos pelas costas quando vocês pensavam que uma área estava limpa. 

 

Tudo isto resulta numa campanha que acabará por parecer mais longa do que aquilo que realmente é, e que, apesar das poucas surpresas e de tudo aquilo que qualquer jogador já possa esperar, é contada e vivida de uma forma frenética e entretida, e, usando uma comparação também ela já gasta, como um filme do Michael Bay. Entretido, estimulante para os sentidos, mas nem tanto para o intelecto.  

 

 Mas todos sabemos que o single player, no CoD, não é mais que um "acrescento" àquilo que os jogadores realmente querem: o multiplayer.

 

O Multiplayer 

 

Todos estamos cientes que não é à conta da campanha singleplayer que o ModernWarfare 3 arrecadou 775 milhões de dólares em 5 dias. O que todos querem é o online. E a Activision, cumpre? 

 

A resposta, no meu ponto de vista, é “sim”. Mais do que isso, poderia dizer que a Activision fez, sem tirar nem pôr, aquilo que se esperava que fizesse. Que é, essencialmente, insistir na fórmula que a leva a deter o maior franchise da actualidade dos videojogos, e fazê-lo de uma forma que, sendo competente, chega a parecer arrogante ou displicente para com o que aquilo que é a voz e as exigências dos seus jogadores. 

 

Por um lado, está o indubitavelmente bom. A fórmula de gameplay rápido, fluído, recompensador, viciante, como pequenos shots de uma droga mantém-se, e trouxe algumas novidades que o tornam uma experiência mais rica. Existem novos modos de jogo que aparentemente lograram as boas graças dos jogadores como sejam o Team Defender (uma variante de capture the flag em que as equipas ganham pontos por conseguir manter a bandeira em sua posse o maior tempo possível) ou o Kill Confirmed (uma variante de Team Deathmatch em que as mortes só contam se forem apanhadas “dogtags” que os inimigos deixam para trás depois de morrer). Foram implementadas algumas novidades no sistema de killstreaks, podendo o jogador optar se vai para a estrutura clássica de “Assault” onde os killstreaks são mais direccionados para o jogo agressivo e com o intuito de matar o maior número de inimigos possível; de “Support”, onde as mortes sofridas não interrompem a contagem do killstreak, mas os bónus recebidos são mais passivos e mais virados para o apoio aos restantes membros da equipa; e de “Specialist”, onde os killstreaks consistem em essencialmente adicionar perks até poder chegar a um ponto em que o vosso personagem é uma espécie de super-soldado com todos os perks activados, mas onde não terá a opção de activar outros bónus como os clássicos UAV, Predator Missil, e por aí fora. 

 

Não se ficam por aí as alterações à estrutura de killstreaks, uma vez que agora não apenas as mortes contam para obter estes bónus. A Activision adoptou um sistema de “point” streaks, em que cada morte conta como um ponto, mas fazer certas acções como capturar uma bandeira, um objectivo ou deitar abaixo um UAV também contarão como um ponto para obter esses bónus. 

 

De resto, pode-se contar com um número bastante aceitável de mapas multiplayer (16), construídos à volta da filosofia de combate urbano, com muitos edifícios, e uma boa mescla de espaços abertos e fechados, onde há lugar tanto para os jogadores mais pausados que gostam de se plantar em pontos estratégicos e controlar uma porção do mapa, como para aqueles que procuram correr todos os cantos e dominar nas curtas distâncias. 

 

Os modos de jogo, para além de algumas inovações como as já referidas, mantêm-se como nos jogos anteriores. Os mais conhecidos e favoritos estão lá (team deathmatch, domination, capture theflag, demolition, headquarters, search and destroy, free for all, etc), tanto na componente normal como na hardcore, e ainda há espaço para a criação de modos “custom” em que é o jogador que define os termos específicos do jogo que quer criar, e depois convida os seus amigos para a sessão. É aqui que conseguimos encontrar modos de jogo que são herança do anterior black ops, como o one in the chamber ou o gun game. 

 

A evolução de personagens e armas é feita ao estilo clássico. Deixam de haver os CoD points que se estrearam no Black Ops, e volta a estrutura básica de desbloqueios baseados simplesmente no nível. No entanto, também as armas agora têm uma evolução própria, sendo possível desbloquear “proficiencies” que actuam como perks da arma, dando bónus como recoil reduzido, maior impacto através de superfícies, ou a possibilidade de ter 2 attachments. 

 

Fora do multiplayer clássico, voltam as “Special Ops” do ModernWarfare 2, em que dois jogadores enfrentam “mini missões” que têm que completar, muitas vezes dentro de um certo espaço de tempo. A colaboração é chave nestas missões, uma vez que em certos casos inclusivamente os papéis serão radicalmente diferentes, como por exemplo, um dos jogadores controlar as armas de um AC-130 e dar cobertura e informação táctica desde o ar enquanto o outro, no chão, avança no terreno para conseguir desactivar sistemas de defesa anti-aérea instalados em instalações fortemente defendidas. 

 

Existe também um modo que é a versão da Infinity Ward do modo “horde” que já em vários jogos pudemos ver, e que no anterior Black Ops (assim como já antes no World at War) tinha surgido com os mortos-vivos. Trata-se do modo “survival” onde um jogador a solo, ou dois jogadores, terão de enfrentar vaga atrás de vaga de inimigos cada vez mais bem armados e mais poderosos, podendo usar o dinheiro que é conseguido com cada morte para a compra de armas, armadura e sistemas de defesa. Aqui os inimigos, embora não sejam zombies, comportam-se quase como tal, e avançam sem qualquer consideração pela própria segurança, aos magotes, a correr, com o único objectivo de vos matar. Para quem estiver habituado ao modo de zombies do anterior jogo, a mecânica e os truques de sobrevivência são similares, embora adaptados ao facto de agora os inimigos terem armas. 

 

Tudo isto equivale a um multiplayer incrivelmente durável, com um valor de repetição quase inesgotável, pois há muita coisa para evoluir, para desenvolver, para explorar… e depois, com o sistema de prestiges, fazer tudo outra vez do início.  

 

Mas, convivendo com estes aspectos, estão outras opções e outras questões que não podem senão merecer um olhar reprovador. A Activision, no mais puro estilo de “eu faço o que eu acho bem e o resto pouco me interessa”, desconsiderou muitas coisas que eram queixas legítimas dos jogadores, e ignorou melhorias que já tinha implementado no Black Ops. 

 

Talvez o argumento mais flagrante seja a aparente ausência de qualquer inovação a nível técnico. Os gráficos, os sons, os mapas, tudo parece mais do mesmo relativamente ao último jogo da série feita pela Infinity Ward, o Modern Warfare 2. É mais, há uma continuação, mas não se pode dizer que haja uma evolução. Duvido que, se fosse possível encontrar uma alminha que jogue FPS que não tivesse jogado nenhum dos títulos, e simplesmente olhando e jogando dois ou três jogos sem ir aos menus, que esta fosse capaz de distinguir qual dos jogos era o mais recente, isso se conseguisse sequer perceber que se tratava de jogos diferentes.  A Activision usa e abusa da máxima “em equipa que ganha não se mexe” e fez um jogo que, relativamente ao anterior, não parece evoluir. Não se nota esforço da Activision em desenvolver um produto tecnicamente melhor; apenas em meter cá fora mais e mais do mesmo, sabendo – como sabe – que a base de fãs é tão grande e tão forte que vai fazer montes de dinheiro independentemente da inovação no produto. 

 

Também se mantêm muitos dos problemas que afectaram os jogos anteriores. Lag enorme nos modos com mais jogadores, problemas com ligação, sistema de “spawn” com falhas, mapas com falhas de design, poucas respostas a problemas comuns de “campismo” ou de abuso de certas situações mais desequilibradas; enfim, várias coisas que reforçam em muitas vezes a ideia que a Activision está efectivamente mais preocupada em fazer dinheiro do que em resolver os problemas que afectam o gameplay. 

 

A reforçar também esta ideia está o facto da Activision ter aparentemente ignorado e extinguido certas coisas que pareciam ter sido resolvidas nos anteriores jogos. Há coisas tão simples como o facto de terem trazido de volta um dos attachments de armas mais odiados de todos os tempos (o Heartbeat Sensor), ou mais significativas como o ter eliminado o fantástico modo de treino que o Black Ops estreou (porquê, oh porquê Activision?) 

 

No entanto, o que é certo é que, uns alheios a estas falhas, outros aparentemente cegos às mesmas e outros simplesmente resignados com a sua existência, milhões de jogadores jogam diariamente este jogo, tornando-o um colosso de números improváveis, e o maior fenómeno online até à data. 

 

Considerações globais e finais 

 

Apesar de todas as falhas, apesar de um motor gráfico e uma componente técnico com anos de idade, apesar de se ter tornado o “BadBoy” dos jogos online que todos amamos odiar, o que é certo é que a fórmula CallofDuty continua a funcionar, e está de volta com mais força que nunca. Em mais lado nenhum se encontra a descarga de adrenalina e o gozo que dá correr desenfreadamente nos mapas, deitando abaixo inimigo atrás de inimigo, e passar para os controlos de um Chopper Gunner para dizimar as hostes inimigas. E isso, ao que parece, consegue sobrepor-se, e quase fazer ignorar, tudo o resto. Damn you Activision, por teres feito – outra vez - uma coisa tão terrivelmente viciante. 

 

Nota final: 85/100

 




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Re: Análise - Modern Warfare 3

Muito bom! Completo e bem escrito.
Digno para um site como o illusivegamer.
:smileywink:
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Re: Análise - Modern Warfare 3

"Apesar de todas as falhas, apesar de um motor gráfico e uma componente técnico com anos de idade, apesar de se ter tornado o “BadBoy” dos jogos online que todos amamos odiar, o que é certo é que a fórmula CallofDuty continua a funcionar, e está de volta com mais força que nunca. Em mais lado nenhum se encontra a descarga de adrenalina e o gozo que dá correr desenfreadamente nos mapas, deitando abaixo inimigo atrás de inimigo, e passar para os controlos de um Chopper Gunner para dizimar as hostes inimigas. E isso, ao que parece, consegue sobrepor-se, e quase fazer ignorar, tudo o resto. Damn you Activision, por teres feito – outra vez - uma coisa tão terrivelmente viciante."

 

Isto diz tudo e explica muita coisa sobre o jogo e a série.

 

Como já te tinah dito, grande análise. :smileywink:

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Re: Análise - Modern Warfare 3

parabens!

e que regresse logo o ilussivegamer!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

mas será que ha alguem que compre estes cods apenas pela campanha single player? hum....

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Re: Análise - Modern Warfare 3

Uma analise tao boa que ate eu fui experimentar jogar online!

 

levei na boca,claro :smileyvery-happy:

 

 

 

 

 

 

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Re: Análise - Modern Warfare 3

Parabéns pela análise, está muito boa!

E "as melhoras" ao illusive gamer! :smileywink:
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